Os 2 Maiores Erros que as Pessoas Cometem no Namoro

 
 

Como qualquer pessoa que me conheça lhe pode dizer, sou bastante comprometido com qualquer namoro ou relacionamento. Mesmo nas piores condições não desisto logo, ainda luto para manter uma relação pacífica e feliz.

 
 

Mas, como dizem, a experiência é o maior professor, e a experiência dolorosa me ensinou sobre dois dos erros mais comuns e destrutivos que as pessoas podem cometer nos relacionamentos. Essa mesma experiência também me ensinou uma regra de ouro que pode ajudar a evitá-los para sempre.

Estes erros são:

#1: Esperar que uma namorada assuma o relacionamento

Há muitas pessoas emocionalmente imaturas por aí que dizem a si mesmas que "não gostam de relacionamentos" porque, na realidade, estão com o coração partido de outro relacionamento para admitir que querem amor, um namoro a sério, ou são covardes demais para arcar com a responsabilidade que vem com ele. Estas pessoas acabam usando as outras pessoas.

Primeiro, tratam o namorado como se fosse seu único e verdadeiro amor. Elas compram presentes para essa pessoa, fazem sexo como se fosse amor verdadeiro, são carinhosas e falam sobre um possível relacionamento mais chegado, uma vida a dois.

Apresentam a pessoa a seus amigos como o namorado da sua vida, dizem que estão a fim de dar um passo acima do namoro... mas depois os atos delas demonstram que elas não estão preparadas, ou na verdade não querem, um compromisso sério. Querem apenas um namorado e continuarem a fazer a vida delas sozinhas, sem compromissos.

Eu namorei uma garota assim quando ainda era novo e inexperiente.

namoro intimoEla passava a maioria das noites em minha casa, nos abraçávamos por horas, passamos muito do nosso tempo juntos, passeávamos de mão dada por todo o lado e ela falava comigo sobre seu passado e seus projetos para o nosso futuro o tempo todo.

Mas depois fugia de todas as decisões que pudessem levar a algo mais íntimo, como uma vida a dois. As palavras dela diziam que eu era o homem da sua vida. Os seus atos diziam que ela queria apenas um namorado com quem estar quando lhe apetecia.

Tão depressa passava uma semana inteira em minha casa, como desaparecia durante dias e nem atendia o celular. Quando voltava tinha sempre uma desculpa... mas daquelas que se via perfeitamente que estava a mentir e, mesmo quando confrontada, mantinha sempre a mesma desculpa.

Eu pensei que se eu ficasse neste relacionamento toxico algum tempo, ela acabaria por ver que eu gostava dela para construir uma vida ao seu lado, e então seríamos felizes juntos.

Mas os meses iam passando e, fizesse eu o que fizesse para lhe demonstrar o meu afeto, ela nunca assumia que era um relacionamento sério. A maneira de ela agir era com um pé dentro do namoro e outro fora.

Imaginam o estresse que é namorar com uma pessoa assim, que nós vamos gostando cada vez mais e queremos ter a nosso lado, que queremos mostrar para todo o mundo que é “a nossa namorada”, mas que os atos dela não demonstram que quer um relacionamento sério e de longo alcance conosco?

Isso cria uma grande ansiedade, porque nós fazemos tudo para demonstrar que queremos aquela pessoa e ela está sempre na evasiva, como se isso lhe desse o poder de decidir o momento que o namoro acaba, sem qualquer justificação.

Viver assim é muito frustrante!

relacionamento é toxicoQuando ela se atrasava, faltava a um encontro ou arrumava uma desculpa para não vir ter comigo eu ficava com aquela sensação de que o namoro podia ter acabado. Quando desaparecia durante dias, sem sequer uma chamada para se justificar, eu ficava louco de preocupação, pensando no pior que lhe podia ter acontecido.

E quando ela aparecia eu constatava que não tinha acontecido nada. Apenas lhe tinha apetecido ficar sozinha. A maneira como ela fazia as coisas dava a entender que o nosso namoro era apenas uma coisa para ela passar o tempo.

Decidi acabar o namoro. Estava claro para mim que ela me amava. Suas ações provavam que ela me amava mas, por qualquer motivo, não estava preparada para assumir esse amor.

Este tipo de relacionamento é toxico. E mesmo quando se ama uma pessoa assim é preciso arranjar coragem para pôr um termo a isso, pôr fim a uma coisa que nos perturba emocionalmente, e que tem o poder de nos afetar psicologicamente em futuros relacionamentos saudáveis.

Mas passado pouco tempo ela voltou a querer entrar em minha vida, e como eu a amava acabei por aceitar, na esperança oca que ela tivesse aprendido algo com a separação.

Então eu confrontei ela e exigi que ou ela assumia a relação ou eu acabava com o namoro de vez. No final, eu estava certo. Ela realmente me amava! E ela percebeu que sim! Mas nós não acabamos felizes para sempre.

Ela era imatura demais para assumir um relacionamento, ou sequer para saber o que queria da vida. Ela gostava de mim, mas não me dava a segurança que eu precisava para ter a certeza que estava num namoro sério.

Ela respondia com atenção aos meus sentimentos em alguns dias, e outros dias ela não queria suportar "seu namorado carente". Ela também não permitia que sua experiência emocional entrasse no relacionamento.

Alguns dias ela falava em morarmos juntos, e outros dias ela não tinha certeza se queria sequer estar em um relacionamento.

Uns dias eu fazia pressão para ela vir viver comigo, visto que eu já tinha uma casa e ela morava num quarto alugado, e ela concordava. Outros dias ela dizia que ia pedir um empréstimo para comprar uma casa porque queria sair do quarto onde vivia.

Se eu já tinha uma boa casa montada, e ela já dizia que sim, que éramos namorados a sério e que gostava de mim, que razão podia ter para assumir um compromisso de uma vida inteira com um banco para comprar uma casa para ela?

Simplesmente não tinha logica. Ela fingiu aceitar o relacionamento porque eu a pressionei – era sim ou não – mas os atos dela não demonstravam compromisso com aquilo que ela dizia.

Por fim, seus problemas emocionais venceram. Ela era tão evasiva em alguns dias que estava emocionalmente ausente de nosso relacionamento. Eu satisfazia suas necessidades, mas ela não satisfazia as minhas. Eu fazia tudo para que as coisas pudessem dar certo, mas ela abusava de mim. Quanto mais eu lhe demonstrava o meu amor mais ela fazia chantagem, exigindo mais de mim.

Em vez de continuar a tentar criar um espaço seguro para o nosso relacionamento crescer, eu disse: "Eu posso dizer que te amo, mas até que você possa ser uma namorada estável, eu estou fora".

Acabamos!

Mas alguns meses depois ela voltou a me procurar, dizendo que tinha pensado e que me amava e queria viver comigo, pois não conseguia me esquecer.

Eu tinha passado por outro namoro breve, que não deu certo porque eu ainda pensava nela a toda a hora. Eu tinha acabado esse novo namoro porque para além de não sermos muito compatíveis eu estava a usar essa pessoa para tentar esquece-la a ela, e não estava a conseguir na mesma. Ela não tinha tido mais ninguém!

Retomamos outra vez!

Continuava uma relação toxicaMas as coisas não mudaram. Eu propus como condição para retomarmos vivermos juntos. Mas mesmo vivendo juntos as atitudes dela não mudaram. Continuava uma relação toxica. Ela tão depressa dizia que me amava e queria fazer vida juntos como dizia que estava a viver comigo porque eu a tinha obrigado.

A vida a dois era ainda mais estressante que o namoro! Depois de algumas discussões e atitudes da parte dela, que eu não podia admitir, aconteceu o que tinha que acontecer – o relacionamento acabou e nos afastamos, cortando qualquer contato.

Esta relação toxica afetou-me psicologicamente. Desde essa altura eu passei a ter problemas em dormir e afetou também a minha confiança em outros namoros, que foi passando com os anos, mas que no íntimo eu sei que ainda não consegui ultrapassar completamente.

Eu acabei por arrumar outras namoradas e esquece-la. Acabei por refazer a minha vida e viver com outras pessoas (que acabaram por outro tipo de motivos). Ela nunca mais viveu com ninguém.

Então ela me contatou à pouco tempo pelo Facebook e disse que ainda me ama. Que eu fui o único verdadeiro amor da vida dela, mas acusou-me de tudo o que correu mal no nosso relacionamento e na vida futura dela.

E o incrível é que passou mais de 20 anos e ela não está a mentir! Ela realmente ainda me ama (ou pelo menos pensa que sim) pois eu tenho as minhas dúvidas. Como se pode amar uma pessoa com a qual se cortou contatos mais de 20 anos depois?

Tanto mais que ela entretanto teve outros relacionamentos, que eu não faço a mínima ideia como foram, mas pelo que sei do seu feitio calculo que tenham sido igualmente tóxicos.

Para concluir quero aqui deixar a minha firme convicção de que quando se entra num relacionamento instável, toxico, a melhor coisa que podemos fazer é acabar com ele o mais rápido possível, pois este tipo de relacionamentos destrói vidas.

A minha vida não foi destruída porque eu tenho uma personalidade forte, que consegue superar os problemas, mas foi severamente afetada durante muito tempo. A dela, se realmente ainda me ama, pode-se dizer que foi. É triste pensar que se passaram mais de 20 anos e ela nunca foi feliz ao lado de ninguém.

Não foi feliz ao meu lado, porque era um amor obsessivo, compulsivo, e segundo o que parece também não conseguiu ser feliz ao lado de mais ninguém. Eu graças a Deus ainda consegui ser feliz ao lado de mais que uma pessoa, mas se tivesse a experiência que tenho hoje tinha acabado com o namoro muito antes dele tomar as proporções que chegou a tomar.

Esta é uma lição da vida que partilho com meus leitores, e aos quais quero dizer que fujam de qualquer relacionamento abusivo, instável, ou toxico, pois nunca vai trazer felicidade – só angustia. Procurem ser felizes ao lado de quem os mereça e fujam a sete pés de qualquer relacionamento deste tipo o mais cedo possível.

#2: Ter a ilusão que elas cresçam e melhorem

Este é um erro clássico que as pessoas cometem. Conhecemos alguém que tem muitas falhas, mas que sabemos que vai (ou pelo menos poderia) crescer e se tornar uma pessoa incrível.

Ela ainda não é essa pessoa, mas nós vemos essa pessoa dentro dela, logo abaixo da superfície, porque ela teve uma vida ou uma educação muito fraca e nós, com mais experiência de vida vemos o potencial que essa pessoa poderia ter se fosse dirigida no sentido certo.

Mas ela não é essa pessoa. A pessoa que vemos existe apenas em nossa imaginação. E quando a pessoa que ela é na realidade se intromete em nossa fantasia, ou ignoramos ou tentamos "ajudar" essa pessoa a crescer.

Este foi meu erro com uma das últimas namoradas que eu tive.

namorada muito atenciosaVi nela a capacidade de se tornar uma namorada muito atenciosa, gentil e dedicada, principalmente porque era muito mais nova que eu e vinha do interior. Ela podia ter tido a capacidade de ser essa pessoa, a companheira ideal para mim, mas ainda não era essa pessoa.

Ela como era do interior e veio viver comigo, para uma grande cidade, onde tudo era diferente do que ela estava habituada, encaixava-se bem nos meus gostos, porque basicamente não tinha nenhuns. Tinha um espirito aventureiro, era nova, e com o meu tipo também aventureiro e com uma mentalidade muito mais “nova” que a minha idade física, havia o potencial de bater certo.

Eu via isso, mas não o sentia nas suas atitudes.

Ela não se comprometia com a sua nova vida, muito diferente (para melhor) da que ela tinha tido durante toda a vida. Quando havia problemas em nosso relacionamento, ela não falava comigo sobre eles, nunca se queixava ou mentia-me para evitar conversas difíceis.

Foi um relacionamento de médio prazo, e eu cometi mais do que minha justa parcela de erros nesse relacionamento. Mas meu maior erro foi acreditar que eu podia mudar a maneira interior que ela era, torna-la numa mulher diferente.

A verdade é que eu comecei a aperceber-me que embora ela encaixasse bem comigo ela no fundo não mudava. Ela continuava a ser aquela pessoa, com um pensamento diferente do meu.

Todos os meus amigos diziam que ela era “a tal” porque realmente as coisas pareciam correr muito bem. Mas eu, que vivia com ela, via que ela não estava a crescer, a tornar-se a mulher que eu queria. Ela era a mesma, parecia integrada no novo estilo de vida, mas lá no fundo continuava a ser aquela garota que tinha conseguido melhorar a sua vida significativamente, mas que não dava valor à nova vida que tinha.

Em meus sonhos, ela crescia, e começamos a resolver nossos problemas juntos. Na realidade, ela não estava interessada. Durante anos, ela mentiu-me e me disse que estava tudo bem e que estava no relacionamento para a vida (como me diziam os meus amigos), mas suas ações sempre me mostraram a verdade. Ela continuava a ser igual – não estava a evoluir.

Namorado mauUm dia o primeiro namorado que ela teve, que sempre a tratou mal (não o último como eu pensei ao princípio), descobriu o Facebook dela e começou a dar em cima dela, dizendo que depois de tantos anos estava melhor e que agora o relacionamento deles seria melhor – que a ia tratar bem desta vez (coisa que não aconteceu).

Eu notei mudanças no comportamento dela, mas não desconfiei de nada ao princípio, pois ela agia normalmente, sempre dizendo que tudo estava bem e que não se passava nada. Até ao dia que eu a pressionei tanto que ela me contou a verdade – que andava a falar pelo Facebook com o ex-namorado e estava indecisa sobre se devia ficar comigo (que ela gostava) ou voltar para ele (que ela nunca conseguiu esquecer).

Perguntou-me o que devia fazer. Eu perguntei-lhe porque ela achava que ele agora a iria tratar bem, e o que realmente sentia por ele.

Disse-me que embora ele a tratasse mal naquela altura ela sempre sentiu “algo” por ele ao longo destes anos todos, e que ele agora estava mudado, mais maduro e já não a ia tratar mal.

Acabei tudo nessa mesma hora!

Disse-lhe que se ela realmente pensava assim a única coisa que podia fazer era as malas e ir viver com ele. E ela assim fez! Agora, que já não está com ele, mas está novamente no interior, no estilo de vida que ela sempre conheceu, embora cheia de dificuldades acho que ela consegue ser mais feliz do que era a meu lado, mesmo estando apaixonada por mim na altura.

E isso aconteceu porque embora eu tivesse feitos esforços para que ela “crescesse” e se torna-se numa mulher melhor, mais moderna, com um pensar diferente, ela não evoluiu como eu ao princípio pensei que conseguiria fazer ela crescer.

É muito difícil fazer com que outra pessoa realmente mude, e quando uma pessoa é imatura nós gastamos o nosso tempo para apenas virmos a ganhar uma desilusão.

A regra de ouro para evitar estas ratoeiras de amor

Em uma dessas relações, confiei nas palavras da namorada ao invés de suas ações. Na outra, confiei em suas ações ao invés de suas palavras. Em ambas as relações, eu só deveria ter confiado quando suas palavras e ações estavam alinhadas umas com as outras.

Esta regra de ouro pode salvar você de cometer qualquer um destes erros em um relacionamento. As palavras da sua namorada estão alinhadas com suas ações? Então, você pode confiar nela. Caso contrário não.

Esta regra geral funciona para relações românticas, encontros, namoros, amigos e todo tipo de relacionamentos.

Se ela diz que quer um relacionamento sério e depois tenta ter conversas que podem levar a um relacionamento então, então você pode confiar que ela quer um relacionamento porque as suas ações estão alinhadas com o seu pensamento.

Se ela diz que não se importa que seja apenas um engate, mas depois tenta falar com você sobre como você é, e como poderia ser a vossa vida juntos? Então é provável que ela realmente queira algo mais do que um simples engate, mas tem medo de perdê-lo se lhe disser.

Mas se ela diz que quer ter um namoro sério com você, mas está constantemente ausente emocionalmente e indisponível quando você precisa do apoio dela, ou foge quando tenta ter uma conversa séria? Então é provável que ela queira um namoro, mas não um relacionamento sério.

Portanto, se você quiser evitar cometer estes erros, pergunte-se se palavras e ações dela estão alinhadas. Se o comportamento, as palavras e a atitude estão alinhadas, então ótimo!

Se não houver sintonia entre aquilo que ela diz e aquilo que ela faz, então repense a relação. É preferível estar sozinho e livre, para encontrar a pessoa certa, que estarmos a perder o nosso tempo ao lado de uma pessoa instável, ou que não quer o mesmo que nós.

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